Conar comemora 30 anos



A Google convida seus usuários, na home do seu site, a documentar um único dia na Terra.
Segundo a empresa, A Vida em Um Dia é uma experiência global histórica para criar o primeiro longa-metragem do mundo gerado por usuários: um documentário, filmado em um único dia – dia 24 de julho de 2010.
As filmagens mais interessantes e originais serão editadas na forma de um documentário experimental, produzido por Ridley Scott e dirigido por Kevin Macdonald.

Internautas de outros países acreditavam ser uma campanha contra o desaparecimento de aves brasileiras ou, até mesmo, um projeto do Greenpeace. Mas, não! O fenômeno “Cala Boca, Galvão!” vem se destacando e já aparece em 1º lugar nos Trending Topics (tópicos mais comentados) do Twitter, à frente de outros como: “FIFA WORLD CUP” e “#WORLDCUP“.
Ao saber do boom causado pelo termo, o público brasileiro confundiu ainda mais a cabeça dos estrangeiros. Foram criadas comunidades no Orkut e até uma conta no Twitter que, supostamente, reverteria R$ 0,10 (dez centavos) para o “Instituto Galvão” a cada hashtag #galvaobirds twittada.
Com certeza, é a maior piada interna da história…


A Odyn Comunicação criou anúncio que foi veiculado nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de São Paulo homenageando os 100 anos de Chico Xavier. O anúncio, assinado pelas distribuidoras de livros espíritas Boa Nova, de Catanduva, e Nova Visão, de Sertãozinho, traz a imagem do médium mineiro durante sua visita a Catanduva por ocasião da entrega do título de cidadão catanduvense e a frase “Chico Xavier. 100 anos de vida em nossas vidas.” O mesmo anúncio foi veiculado em diversas publicações espíritas.
A Boa Nova, que também é editora, relançou no ano passado o livro Opinião Espírita, obra de Chico Xavier em parceria com o médium Waldo Vieira e os espíritos André Luiz e Emmanuel. Para a Bienal do Livro deste ano, a Boa Nova prepara o relançamento de outro livro de Chico Xavier, Histórias e Anotações, do espírito Humberto de Campos.
A Odyn realiza para a Boa Nova toda a mídia da editora e da distribuidora, bem como a criação de capas e projetos gráficos para seus livros e para sua revista Delfos.

Para promover a iniciativa ambiental de “Planeta Compartilhado”, a Starbucks e sua agência BBDO de Nova York, convidaram seus clientes, nesta sexta-feira, para trocar seus copos por suas próprias canecas de viagem, e utilizar os copos para criar a imagem de uma Sequóia no meio do trânsito ensurdecedor da cidade. A propaganda abre a questão: “Se cada um fizer uma pequena mudança, todos juntos podemos mudar o mundo?” Copo por copo, nós vemos a árvore lentamente se formando. “Uma pessoa pode salvar árvores. Juntos, podemos salvar florestas.” O spot, que começou a ser veiculado no início desta semana, efetivamente usa o poder das pessoas para mostrar como uma ação individual pode conduzir a um bem muito maior. O método mantém a expectativa e a curiosidade para ver a imagem final e a ampla mensagem de bem-estar, “You and Starbucks. It’s bigger than coffee.” Traduzindo: “Você e Starbucks. Maior que um café.”
Fonte: ADWEEK – www.adweek.com.br

O mercado publicitário não para de inovar e o hit do momento é o “Comercial” impresso, ou seja, uma mini tela de LCD é posicionada na página da revista onde o leitor pode conferir um, dois, três ou mais vídeos sobre a empresa anunciante.
Veja abaixo uma demonstração desta tendência na revista francesa Les Echos (anúncio feito para a Citroen do seu modelo DS3).


Há 9 anos, a rede Stew Leonard’s figura entre as 100 melhores empresas para se trabalhar nos EUA, segundo a revista Fortune. A grande surpresa é que a empresa só tem 4 lojas. O segredo? Trata-se do supermercado com maior faturamento em m² no mundo, o que se deve à política de foco total no 5º P do mix de marketing: Pessoas.
Isso só é possível com base na crença de que “you can’t have a great place to shop without first making it a great place to work”, ou seja, você não pode ter um grande lugar para fazer compras sem torná-lo antes um grande lugar para se trabalhar. O que significa que, para atender bem o cliente, é preciso primeiro conquistar o quadro de funcionários, já que são eles que vão manter o contato direto com o cliente, fazendo com que eles percebam a marca de maneira melhor ou pior.
Para garantir uma excelente percepção de marca, a Stew Leonard’s oferece um plano de carreira invejável para seus funcionários: 88% dos gerentes da rede fizeram carreira na empresa, 18% dos lucros são divididos entre os funcionários e as mães têm horários de trabalho extremamente flexíveis. Sem contar que a empresa montou um centro de treinamento próprio: a Stew Leonard’s University, por onde passam todos os funcionários novos, que aprendem mais sobre a história da empresa, sua filosofia de atendimento, além de questões técnicas.

Regra nº 1: O cliente tem sempre razão.
Regra nº 2: Se o cliente estiver errado, fica valendo a regra nº 1.
O resultado disso são pessoas que atendem clientes chamando-os pelo nome. E, mais que isso, vivem a marca em sua plenitude, transmitindo um encantamento arrebatador para o público. Eles espremem a laranja na frente do cliente, defumam o salmão, fazem o queijo e torram o café que vai para as prateleiras.
O maior componente de emoção e nostalgia é uma mini-fazenda anexa a cada loja, com pequenos animais e algumas vacas. As crianças podem participar da ordenha do leite, que é pasteurizado e vendido na hora. Sem contar que é recorrente encontrar animais de estimação e funcionários fantasiados de bicho andando pelas lojas.

Não é à toa que nos últimos anos empresas como Citibank, Pepsico, Toyota, Xerox, IBM e Mc Donalds têm buscado participar dos cursos oferecidos pela Stew Leonard’s University, com objetivo de aprender a oferecer experiências inesquecíveis a seus clientes e excelência em atendimento.

Num dia desses eu estava em casa, sem nada pra fazer, e foi então resolvi fazer algo que costumo fazer quando estou ocioso: acessar o YouTube e assistir alguns filmes publicitários engraçados e vê-los à exaustão.
Já tinha assistido meia dúzia deles quando me lembrei do memorável comercial intitulado “dança do vazamento”, da Tigre. Digitei o nome e dei busca. Minha surpresa foi inevitável quando vi uma porção de vídeos caseiros parodiando a dança hilária. É um mais inútil que o outro. Entretanto, após ver alguns deles, comecei a refletir. Fiquei pensando na repercussão que esse filme teve no cotidiano das pessoas, por carregar um forte apelo humorístico. Quanta gente deve ter feito essa dança na escola, no trabalho, numa roda de amigos.
Se essas pessoas que postaram os vídeos fazem parte ou não do target da Tigre, isso talvez não importe. Se a aposta foi conquistar ainda mais share of mind e atingir altos índices de recall, o pessoal que roteirizou e produziu o filme acertou na mosca.
Assista, abaixo, ao filme original e, em seguida, os vídeos que levaram a dança ao pé da letra e vazaram na Internet.

É interessante imaginar a propaganda do futuro (nada distante) e tentar encaixar seus ícones na linha do tempo, apesar de que, segundo o sócio e diretor da W3haus, Chico Baldini, a publicidade não terá nenhum teor de filmes futuristas, já que o futuro pede menos.
Clique na imagem abaixo para acessar o site Propmark e ler a matéria na integra.
Abaixo, confira o vídeo que demonstra o que a publicidade pode ser no futuro.

Aos poucos, o QR Code (Quick Response) está ganhando o Brasil. Mas a tecnologia ainda é muito pouco explorada em campanhas publicitárias, se compararmos, por exemplo, com o Japão, onde 40% dos habitantes já fez uso da tecnologia pelo menos uma vez.
O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é um código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave com intenção de substituir o convencional código de barras, além de trazer novos recursos e ferramentas para sua leitura.
Os QR Codes ganham pontos em relação ao tradicional código de barras, pois guardam mais informações e são lidos com mais facilidade. Basta que o código seja fotografado para que seu conteúdo seja lido pelo browser do celular.
Enquanto o código convencional permite incluir apenas 13 dígitos numéricos, o QR Code admite 7.089 caracteres, inclusive alfanuméricos. A leitura é possível até em casos em que o símbolo estiver sujo ou apagado, pois há uma tecnologia de correção de erros.
No Brasil, algumas empresas como Claro, Pão de Açúcar, Nova Schin e Revista Galileu já fizeram uso da tecnologia.

Anúncio da Nova Schin em comemoração aos 100 anos de
imigração japonesa, com assinatura em QR Code
O jornal baiano A Tarde, que adotou o recurso em dezembro de 2008, permite que usuários do jornal impresso tenham acesso a conteúdos digitais utilizando a câmera do telefone celular como leitor de códigos de barra. Para saber como funciona, assista ao vídeo abaixo.
Neste código abaixo, fiz um link para o blog O Corvo, a partir do site i-nigma, que permite a geração automática de códigos a partir de palavras ou links.

O problema da tecnologia é que ainda não são todos os aparelhos com câmeras que podem baixar o software necessário para a visualização dos códigos. Para saber se o seu celular comporta o QR Code, clique aqui e baixe o Kaywa Reader gratuitamente para o seu celular.
Se a sua operadora de celular é a Tim, envie um Tim Torpedo para o número 9696 com a palavra QRTIM e você receberá as orientações diretamente no seu aparelho, com o link para fazer o download.