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Conar comemora 30 anos

Apesar deste ano o Conar comemorar 30 anos, sua história começou em 1977, quando foi redigido o Código de Ética de Autorregulamentação Publicitária, aprovado no ano seguinte, durante o 3º Congresso Brasileiro de Propaganda. O objetivo era combater a possível censura que o governo federal queria impor sobre a publicidade na época. “Era o sonho de algumas pessoas, da Globo, da Editora Abril. Eu não imaginava que fosse dar certo e que fosse virar referência de liberdade de imprensa”, contou Petrônio Corrêa, primeiro presidente do Conar.
Porém mesmo após três décadas, a publicidade continua a sofrer pressões, como foi o recente caso da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que editou a Resolução nº 24, em junho de 2010, que contém várias restrições à publicidade de alimentos e bebidas não-alcoólicas. O advogado geral da União, ministro Luís Inácio Lucena Adams, atendeu à solicitação do Conar. Em julho, o ministro questionou se a Anvisa havia extrapolado sua competência ao editar essa resolução, tendo violado a previsão da Constituição que exige lei federal para legislar sobre a publicidade. Leifert afirmou que até o momento a resolução não foi revogada.
História
1977 – ano em que foi redigido o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária
1978 – foi o ano em que o Código foi aprovado no 3º Congresso Brasileiro de Propaganda
Maio de 1980 – fundação do Conar
Junho de 1981 – MPM Propaganda criou a primeira campanha para o Conar
Outubro de 2003 – as novas normas éticas para publicidade de bebidas alcoólicas foram inseridas ao Código
7.205 são os processos acumulados até hoje

“Cala boca, Galvão!” já é um fenômeno no Twitter

Internautas de outros países acreditavam ser uma campanha contra o desaparecimento de aves brasileiras ou, até mesmo, um projeto do Greenpeace. Mas, não! O fenômeno “Cala Boca, Galvão!” vem se destacando e já aparece em 1º lugar nos Trending Topics (tópicos mais comentados) do Twitter, à frente de outros como: “FIFA WORLD CUP” e “#WORLDCUP“.

Ao saber do boom causado pelo termo, o público brasileiro confundiu ainda mais a cabeça dos estrangeiros. Foram criadas comunidades no Orkut e até uma conta no Twitter que, supostamente, reverteria R$ 0,10 (dez centavos) para o “Instituto Galvão” a cada hashtag #galvaobirds twittada.

Com certeza, é a maior piada interna da história…


Impresso e se movendo

O mercado publicitário não para de inovar e o hit do momento é o “Comercial” impresso, ou seja, uma mini tela de LCD é posicionada na página da revista onde o leitor pode conferir um, dois, três ou mais vídeos sobre a empresa anunciante.

Veja abaixo uma demonstração desta tendência na revista francesa Les Echos (anúncio feito para a Citroen do seu modelo DS3).


O futuro pede menos

É interessante imaginar a propaganda do futuro (nada distante) e tentar encaixar seus ícones na linha do tempo, apesar de que, segundo o sócio e diretor da W3haus, Chico Baldini, a publicidade não terá nenhum teor de filmes futuristas, já que o futuro pede menos.

Clique na imagem abaixo para acessar o site Propmark e ler a matéria na integra.

 

Abaixo, confira o vídeo que demonstra o que a publicidade pode ser no futuro.


Sexo frágil?

Na segunda-feira, o mundo comemorou o Dia Internacional da Mulher. Uma avalanche de campanhas e peças publicitárias foi criada e, sua grande maioria buscou derrubar a imagem da mulher como sexo frágil. Porém, uma campanha em particular chamou a atenção pelo seu conteúdo e abordagem.

A campanha criada para o Comitê Paraolímpico Canadense apresenta sua atleta Stephanie Dixon (medalhista desde os jogos de Sydney) em seu esporte profissional, a natação. O objetivo era o de derrubar paradigmas da fragilidade da mulher. Confira, abaixo, as peças da campanha.

Texto: “Ela não quer sua simpatia. Mas seus oponentes talvez”

 

Texto:  “Guarde a sua simpatia para os oponentes dela”


Adesivos na propaganda

Um adesivo ou sticker bem trabalhado e planejado, pode surtir um efeito tão grande como o de uma grande campanha. Além de um grande impacto,  seu uso é de baixo custo de produção e instigante para a curiosidade do público alvo.

Segue abaixo algumas propagandas que usam esse meio.


Vida em Agência V

Vida em Agência é uma série de ilustrações diárias sobre o cotidiano dentro de uma agência.

Criadas pelo Rodrigo Ascenção da Com Mágica, elas são postadas semanalmente no blog da Alept.


Nike – Velha e boa mandinga

Como a maioria, você pode se encaixar nas pessoas que não gostararam do uniforme reserva da seleção brasileira, para defender o layout, em criação para a Nike, a F/Nazca criou  um curta só pra o uniforme.

No desenrolar do filme, é contada a história da camisa azul e os momentos vividos pela seleção usando o uniforme. Os jogadores  Maicon, Luis Fabiano e Robinho estrelam o curta, e contam que além da habilidade e treino precisa-se da velha e boa mandinga.


Rembrandt, Renoir e Van Gogh em nova campanha do MASP

 

 

Obras de Rembrandt, Renoir e Van Gogh estão nova campanha institucional do MASP criada pela DM9DDB. Os textos circundam os olhos das obras e contam sua trajetória, desde a concepção até a chegada ao Museu.


Existe lucro ruim?

A princípio, a primeira resposta que nos vem à mente para esta pergunta seria “não, não existe lucro ruim”. Todo e qualquer lucro é positivo e bem-vindo para qualquer firma, pois só tem a acrescentar a seu faturamento.

A questão é que, se focarmos no longo prazo, isso nem sempre é verdade.

Existem os clientes promotores, que são aqueles que estão satisfeitos com os serviços e produtos que você oferece e fazem questão de promovê-los para seus amigos. São os clientes leais, que possuem um vínculo de fidelidade com a sua marca, e que só tem a acrescentar a você e a seu negócio, tanto no curto como no longo prazo. Estes clientes é que geram o lucro “bom”, ou seja, um lucro positivo, que só tem a acrescentar à sua marca.

Apesar de muitas empresas acabarem deixando estes clientes de lado, por considerar que são clientes “já ganhos”, é fundamental priorizar o relacionamento com estas pessoas, de forma a garantir que a percepção positiva que eles fazem da marca seja mantida e até melhorada.

Por outro lado, alguns clientes acabam, sim, gerando um lucro “ruim” para a empresa. É o caso do cliente detrator, aquele que compra seus produtos, mas que não perde a oportunidade de denegrir a imagem da sua empresa perante os conhecidos. Num longo prazo, eles acabam gerando prejuízos para a sua empresa.

No caso dos clientes detratores pouco rentáveis, não faz sentido continuar tendo-os como clientes. Uma solução viável e que faria bem para a sua imagem, seria encaminhá-los a outro fornecedor, com um perfil mais adequado ao que ele espera de uma empresa do seu segmento.

Mas, de acordo com o princípio de Pareto, 80% do seu rendimento é proveniente de 20% de seus clientes. E pode acontecer de entre estes 20% de clientes extremamente rentáveis haver um cliente detrator. E o que você deveria fazer num caso como este?  Com certeza, seria tomar estes clientes como segunda prioridade, logo atrás dos promotores. A sua missão é a de conseguir reverter sua imagem perante estas pessoas, buscando atender a seus desejos e necessidades.